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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

PÉSSIMO HÁBITO 01:- FAROL DE NEBLINA FORA DE HORA




PÉSSIMO HÁBITO 01:- FAROL DE NEBLINA FORA DE HORA
O uso desses faróis ficou totalmente desvirtuado, pois o que se vê cada vez mais é sua utilização no lugar dos faróis principais na cidade. Há duas versões do porquê desse mau hábito.
- A primeira é que, numa louvável (e rara) atitude de cortesia nos dias de hoje para com os demais motoristas, os faróis estarem apagados pois os de neblina ofuscam a visão e atapalham que vem no sentido contrário e para quem vai a sua frente
- A segunda, é a questão de ser "pintoso, maneiro" andar com os faróis acesos no lugar dos principais, virou modismo e nossa policia não está nem aí.Por terem essa característica, muitos levantam a orientação do facho dos faróis de neblina, que passam a ofuscar os veículos que estão próximos. Fora a questão da altura em si, esses faróis não contam com a assimetria de facho dos faróis principais, acentuando o ofuscamento. A cortesia vai para o espaço - literalmente.Agora, pode alguém explicar como um carro fica "pintoso, maneiro" por estar com os faróis de neblina em uso? Sem comentários....

O leitor provavelmente já passou pelo ofuscamento, o mal-estar de receber um facho de farol desregulado ou inadequado à situação do carro que vem em sentido contrário. Para evitar este e outros riscos, siga estas dicas sobre iluminação.Alto, só em estrada vazia Está no código, mas nem todos respeitam: o facho alto dos faróis só deve ser usado em estradas e sem que haja veículos no sentido contrário. Podemos acrescentar: não deve também haver carros à frente na distância coberta pelos faróis, pois o motorista seria ofuscado através dos retrovisores.Baixo, do pôr-do-sol ao amanhecer Para muitos é surpresa saber que a legislação exige o uso do farol baixo, mesmo na cidade, do pôr-do-sol ao amanhecer. Quantos carros se vêem só com as lanternas (sobretudo em São Paulo) e até sem nenhuma iluminação externa, atitude irresponsável que deveria ser duramente fiscalizada e punida. Deve-se entender que o farol, além de iluminar o caminho, faz refletir a sinalização de trânsito e destaca o movimento do veículo a motoristas e pedestres
(fotos meramente ilustrativas)..... farol de milha tem função sim, serve para usar na neblina, eliminando aqueles faróiszão na cara dos outros;


Milha ou neblina? Não confunda o farol de neblina, de que falamos, com o de milha ou longo alcance. Este, em geral montado em local mais alto (mas há exceções, como o antigo Uno 1.5R/1.6R), é um complemento do facho alto e deve ser usado nas mesmas situações, em estradas desertas

Neblina, só sob nevoeiro Muitos rodam apenas com os faróis de neblina acesos, para um "ar esportivo ou modismo" do carro. É um erro: esse tipo de farol (indicado pela seta na foto acima) possui uma linha de corte de facho (acima da qual não iluminam) baixa e definida, justamente para que a luz incida sob o nevoeiro e não haja reflexão nas partículas de umidade. Usado na cidade, ele não ilumina a sinalização, incluindo as importantes placas de "pare", além de ter um alcance reduzido. Ajustá-lo mais alto pode amenizar isso, mas gera ofuscamento porque, ao contrário dos faróis principais, os de neblina não são assimétricos (não possuem facho desigual, mais longo e concentrado à direita).


E há ainda quem, não satisfeito, usa os faróis principais baixos e os de neblina ao mesmo tempo. Pior, que hoje também na maioria dos carros, eles vem equipados com a luz traseira (de nevoeiro, cerração) em alguns modelos anterior vem conjugadas com os faróis de neblina, causando grande incômodo ao motoristas de trás sempre que são ligados. Isto não ocorre só dentro das cidades mais nas Br’s e auto-estradas vê-se, com relativa freqüência, carros com os faróis baixos e os de neblinas/cerração ligados.
Minha pergunta sai ano e entra ano e é sempre a mesma:- Até quando este péssimo hábito irá continuar se existe lei e não é cumprida e advertida por quem deveria que são as autoridades???

Luz de neblina traseira Essa lâmpada (indicada pelas setas na foto abaixo) visa a sinalizar o veículo ao trafegar sob nevoeiro ou chuva forte, pois tem potência igual à luz de freio (21 watts, contra 5 das lanternas de posição). Use-a apenas nessas condições e lembre-se de apagá-la quando o tempo melhorar. Rodar com uma forte luz vermelha à frente irrita e é perigoso. Respeito é o fator mais importante ao próximo.(fotos meramente ilustrativas)
Façam então (as “autoridades”) um trabralho de concientização apesar que, se vce é motorista profissional, já deveria saber que é Lei e deveria ser multado, pois quando dói no bolso, a coisa funciona em nosso País, concorda?
Quem escreve este texto é alguém preocupado por um trânsito melhor para que haja e já comece mesmo que tarde a terem respeito a direitos e deveres de cada cidadão de que possui seu carro que tem ou já tiveram faróis de neblina – e nunca foram utilizados a não ser em viagens quando realmente existirem neblina ou cerração realmente.
Por serem fortes somente devem ser usados em caso de chuva forte, neblina ou cerração e durante a noite. Com o tempo ou noite limpa eles em conjunto com o farol baixo, ofuscam os motoristas que vem atrás, os que vão a sua frente e em sentido contrário sendo 04 ou mais ligados direto nos olhos dos outros motoristas resultando uma guerra de faróis.
PÉSSIMO HÁBITO 02: TRAFEGAR À NOITE COM LANTERNAS SOMENTEEstá diminuindo, mas o número de motoristas que insiste em trafegar à noite com lanternas somente ainda é grande. Não só deixam de ser avistados os obstáculos à frente, como buracos, com deixa o próprio carro difícil de ser visto por tudo o que está na rua, como outros motoristas, ciclistas, pedestres. Além de, como já foi visto na questão dos faróis de neblina, fica bem mais difícil ver a sinalização vertical de trânsito.Há três explicações para a formação desse péssimo hábito, proibido pelos códigos de trânsito anterior e atual. Um, a precariedade dos sistemas elétricos de 40 ou mais anos atrás, em que dínamos não eram suficientes para fornecer energia aos faróis no tráfego anda-e-pára das cidades e as baterias descarregavam-se com facilidade (com a chegada dos alternadores, a partir dos anos 60, o problema desapareceu). Outro, os progressos da iluminação pública, levando os motoristas à falsa conclusão de que faróis não eram necessários. O terceiro motivo, ser cortês (quanta cortesia!...) e não ofuscar ninguém.
Mesmo em outras situações de visibilidade e visualização difícil, como no interior dos túneis, a maioria trafega sem os faróis, outro contra-senso. Dentro dos túneis mesmo sendo dia, ao entrar vce deve ligar os faróis baixos. Até em auto-estradas vê-se, com relativa freqüência, carros com lanternas ligadas somente.Essa indisposição contra o uso de faróis faz os motoristas deixar de ligá-los em situações bastante críticas como chuva forte e neblina diurnas. Esta última, assim, torna-se muito perigosa, especialmente nas estradas de pista simples, quando o tráfego contrário simplesmente não consegue ser visualizado.O uso de faróis mesmo de dia é tão importante que, em países como Canadá e Suécia, faróis de meia-luz, mais fracos do que os normais, acendem-se juntamente com a ignição, um dispositivo do código de trânsito deles.Somente com educação e sobretudo disposição o tráfego brasileiro ficará mais seguro. O importante é ter-se consciência de que nunca é tarde para aprender...
Luz de neblina traseira Essa lâmpada (indicada pelas setas na foto abaixo) visa a sinalizar o veículo ao trafegar sob nevoeiro ou chuva forte, pois tem potência igual à luz de freio (21 watts, contra 5 das lanternas de posição). Use-a apenas nessas condições e lembre-se de apagá-la quando o tempo melhorar. Rodar com uma forte luz vermelha à frente irrita e é perigoso.

Feriado de Carnaval haverá restrição no trafego nas Rodovias simples de todo o pais

A Policia Rodoviária federal Informa que devido ao aumento do fluxo de veículos em rodovias federais, haverá no Feriado de Carnaval, restrição do Tráfego para Combinações de Veículos Articulados (CVA) utilizados no transporte de cargas: Combinações de veículos de carga (CVC) e Combinações de transporte de veículos (CTV) autorizados a circular com ou sem Autorização Especial de Trânsito (AET), bem como o trânsito dos demais veículos portadores de AET, A restrição abrangera os trechos rodoviários de pista simples de todo o pais.

Veja os dias e os horários que haverá restrição:
01/Fevereiro(sexta-feira) das 16h às 22h
02/Fevereiro(sábado) das 6h às 12h
05/Fevereiro(terça-feira) das 16h às 22h
06/Fevereiro (quarta-feira) das 6h às 12h

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Motoqueiros !ATENÇÃO! a Resolução 203/06.

No ultimo dia primeiro entrou em vigor as novas regras do capacete, viseira e adesivos refletivos.
Nesta, consta que os adesivos devem ser colocados da parte traseira e nas laterais do capacete.
O equipamento deverá conter selo de certificação expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e elementos refletivos nas partes laterais e traseira."

Contudo, conforme especifica a resolução 203/06, em seu anexo (http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/Resolucao203_06.pdf), em seu segundo parágrafo, está expressamente informando que o adesivo também precisa ser colocado da parte da frente do capacete.

Operação da PRF fez diminuir em 49,5% as mortes nas estradas no Feriado de fim de Ano.

Brasília, 02/01/2008– O esquema especial de fiscalização que a Polícia Rodoviária Federal empregou durante o feriado de Ano Novo reduziu a violência nas estradas federais. Rondas ostensivas, monitoramento aéreo, blitz, radares, bafômetros e escalas especiais garantiram expressiva queda nos índices de acidentes, mortes e feridos em relação ao Natal.

Nos cinco dias de final de semana prolongado, a PRF registrou diminuição de 49,5% no total de mortes e de 32,1% nos acidentes. O número de feridos também caiu 31,7% em comparação ao período de 21 a 25 de dezembro. Os diversos pontos de fiscalização nos principais corredores viários do país garantiram que mais de 100 mil veículos fossem abordados e 22 mil multas aplicadas. Em comparação ao último feriado, houve crescimento de 9,3% na soma de veículos fiscalizados e 19,2% na quantidade de infrações.

A tecnologia foi outra arma importante na guerra contra motoristas infratores. Os radares da PRF, instalados em pontos estratégicos, flagraram mais de 30 mil veículos desrespeitando os limites de velocidade. Etilômetros de última geração também foram fundamentais para que 260 motoristas alcoolizados fossem retirados de circulação